terça-feira, 28 de junho de 2011

Amor de Pai




"Mas, quando vier o que é perfeito, então o que é imperfeito desaparecerá."
1 Coríntios 13:10

O melhor vídeo *-*
Retirado do site: http://igrejaorganica.com/ 

TENTE



Não conseguiu ? Tente de novo. Ainda não conseguiu ? Tente outra vez. Pode ser que você tenha que ficar na ponta dos pés, mas tente assim mesmo !

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Promessas



"Eu não quero promessas. Promessas criam expectativas e expectativas borram maquiagens e comprimem estômagos. Não, não e não. Eu não quero dor. Eu não quero olhar no espelho e ver você escorrer, manchando minha cara bonita."
Fernanda Mello

Frio



Nada melhor do que se fechar no quarto, embaixo de todos os seus cobertores, pegar um livro super antigo e viajar pelo Rio de Janeiro em uma das obras envolventes de José de Alencar. Em um dia frio, isso é o mais sensato a se fazer !

domingo, 26 de junho de 2011

Você está correndo atrás do vento ?



"Tudo é ilusão. É tudo como correr atrás do vento." 
Eclesiastes 2:26

Adoração



Quando eu estava perdida, quando eu não sabia para onde ir, quando eu pensava que tinha chegado ao fim da vida.Então você me resgatou e me deu vida. Tirou-me da escuridão e me trouxe para a luz, a Sua luz. Então me mostrou o amor, o verdadeiro amor, o amor de Pai. Mostrou-me que vale a pena viver, viver para Ti. E a partir deste dia minha vida passou a ser a mais sincera adoração !

sábado, 25 de junho de 2011

O simples para sempre



"Eu sou criança. E vou crescer assim. Gosto de abraçar apertado, sentir alegria inteira, inventar mundos, inventar amores. Acho graça onde não há sentido. Acho lindo o que não é. O simples me faz rir, o complicado me aborrece. O mundo pra mim é grande, não entendo como moro em um planeta que gira sem parar, nem como funciona o fax. Verdade seja dita: entender, eu entendo. Mas não faz diferença, o mundo continua rodando, existe a tal gravidade, papéis entram e saem de máquinas, existem coisas que não precisam ser explicadas. (Pelo menos para mim).
O que importa é o que faz os meus olhos brilharem, o coração bater forte, o sorriso saltar da cara. Eu acho que as pessoas são sempre grandes e às vezes pequenas, igual brinquedo Playmobil. Enxergo o mundo sempre lindo e às vezes cinza, mas para isso existem o lápis-de-cor e o amor que a gente aprendeu em casa desde cedo. Lembra?
Tenho um coração maior do que eu, nunca sei minha altura, tenho o tamanho de um sonho. E o sonho escreve a minha vida que às vezes eu risco, rabisco, embolo e jogo debaixo da cama (pra descansar a alma e dormir sossegada).
Coragem eu tenho um monte. Mas medo eu tenho poucos. Tenho medo de filme de terror, tenho medo das pessoas, tenho medo de mim. Minha bagunça mora aqui dentro, pensamentos entram e saem, nunca sei aonde fui parar. Mas uma coisa eu digo: eu não páro. Perco o rumo, ralo o joelho, bato de frente com a cara na porta: sei aonde quero chegar, mesmo sem saber como. E vou. Sempre me pergunto quanto falta, se está perto, com que letra começa, se vai ter fim, se vai dar certo. Sempre pergunto se você está feliz, se eu estou linda, se eu vou ganhar estrelinha, se eu posso levar pra casa, se eu posso te levar pra mim, se o café ficou forte demais. Eu sou assim. Nada de meias-palavras. Já mudei, já aprendi, já fiquei de castigo, já levei ocorrência, já preguei chiclete debaixo da carteira da sala de aula, mas palavra é igual oração: tem que ser inteira senão perde a força.
Sou menina levada, princesa de rua, sou criança crescida com contas para pagar. E mesmo pequena, não deixo de crescer. Trabalho igual gente grande, fico séria, traço metas. Mas quando chega a hora do recreio, aí vou eu... Beijo escondido, faço bico, faço manha, tomo sorvete no pote, choro quando dói, choro quando não dói. E eu amo. Amo igual criança. Amo com os olhos vidrados, amo com todas as letras. A-M-O. Amo e invento. Sem restrições. Sem medo. Sem frases cortadas. Sem censura. Sem pudor. Quer me entender? Não precisa. Quer me amar? Me dê um chocolate, um bilhete, um brinde que você ganhou e não gostou, uma mentira bonita pra me fazer sonhar. Não importa. Criança não liga pra preço, não liga pra laço de fita e cartão de relevo. Criança gosta de beijo, abraço e surpresa!"

Eu





Mas sou atrevida por natureza e adepta da frase de Nietzsche: "Odeio quem me rouba a solidão sem em troca me oferecer verdadeiramente companhia". Ai, Nietzsche você sempre soube! É isso mesmo. Eu odeio e assino embaixo. E odeio com todas as forças, com todas as letras, em capslock, de trás para frente, em inglês ou latim. EU ODEIO. Sou uma ótima companhia para mim mesmo, adoro ficar sozinha, lendo, escrevendo ou fazendo o meu nada. Prefiro me afundar em mim a ter que ouvir gente falando merda ou contando vantagem.


Fernanda Mello

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Simplicidade




"Eu sou criança. E vou crescer assim.Gosto de abraçar apertado, sentir alegria inteira.O simples me faz rir, o complicado me aborrece."

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Vale a pena assistir



Além da música ser linda, com pai e filha cantando juntos fica mais linda ainda *-*. Espero que gostem ! 
Beijos beijos (:

Música: Home, de Edward Sharpe The Magnetic Zeros.

Mas que dá vontade dá



"Mas que dá vontade dá de jogar tudo pro ar e ir embora com você." É, essa é uma música bastante conhecida. E realmente as vezes dá muita vontade de jogar tudo pro ar, sair correndo e ir embora. Mas não precisa ser com você não, pode ser sozinha mesmo. 
Sim,dá muita vontade de sair correndo, ir pra casa, pegar a mala, todas as roupas do armário e ir pra algum lugar, algum lugar desse mundo tão grande. Lugares que eu nem imagino que exista, lugares que eu nunca fui, nunca ouvi falar. 
Largar um pouco a correria do dia a dia e ir para um lugar distante. Parar e ver o sol se pôr. Que você pode parar e olhar as estrelas e o luar a noite. E virar a noite pensando a vida, só na vida. E depois ver o sol nascendo trazendo um novo dia. E aproveitar esse dia com todas as suas energias. 
Se quiser aproveitar dormindo, aproveite dormindo. Afinal, você é obrigado a fazer nada nesses dias. Esses dias são seus, só SEUS. Durma muito, saia da dieta, não faça nada, nada mesmo. Pense em você, na sua vida. Pensar nos problemas ? Talvez, só se for muito urgente pra resolver. Se não for urgente, deixe eles pra lá e pense somente nas coisas boas. 
Afinal, você merece uns dias só pra você. Todos nós merecemos. Uns dias com os amigos, com o seu amor ou então sozinha mesmo. Se for sozinho, de a si mesmo a oportunidade de conhecer pessoas novas, porque isso é maravilhoso. 
E acima de tudo, divirta-se, porque com certeza o que ficará mais gravado na sua mente são as diversões que você viveu nesses dias únicos !



A interferência do tempo



Há quem diga que o tempo não existe, que somos nós que o inventamos e tentamos controlá-lo com nossos relógios e calendários. Nem ousarei discutir esta questão filosófica, existencial e cabeluda. Se o tempo não existe, eu existo. Se o tempo não passa, eu passo. E não é só o espelho que me dá certeza disso.
O tempo interfere no meu olhar. Lembro do colégio em que estudei durante mais de uma década, meu primeiro contato com o mundo fora da minha casa. O pátio não era grande – era colossal. Uma espécie de superfície lunar sem horizontes à vista, assim eu o percebia aos sete anos de idade. As escadas levavam ao céu, eu poderia jurar que elas atravessavam os telhados. Os corredores eram passarelas infinitas, as janelas pareciam enormes portões de vidro, eu me sentia na terra dos gigantes. Volto, depois de muitos anos, para visitá-lo e descubro que ele continua sendo um colégio grande, mas nem o pátio, nem os corredores, nem as escadas, nada tem o tamanho que parecia antes. O tempo ajustou minhas retinas e deu proporção às minhas ilusões.
A interferência do tempo atinge minhas emoções também. Houve uma época em que eu temia certo tipo de gente, aqueles que estavam sempre a postos para apontar minhas fraquezas. Hoje revejo essas pessoas e a sensação que me causam é nem um pouco desafiadora ou impactante. E mesmo os que amei já não me provocam perturbação alguma, apenas um carinho sereno. E me pergunto como é que se explica que sentimentos tão fortes como o medo, o amor ou a raiva se desintegrem? Alguém era grande no meu passado, fica pequeno no meu presente. O tempo, de novo, dando a devida proporção aos meus afetos e desafetos.
Talvez seja esta a prova da sua existência: o tempo altera o tamanho das coisas. Uma rua da infância, que exigia muitas pedaladas para ser percorrida, hoje é atravessada em poucos passos. Uma árvore que para ser explorada exigia uma certa logística – ou ao menos um “calço” de quem estivesse por perto e com as mãos livres – hoje teria seus galhos alcançados num pulo. A gente vai crescendo e vê tudo do tamanho que é, sem a condescendência da fantasia.
E ainda nem mencionei as coisas que realmente foram reduzidas: apartamentos que parecem caixotes, carros compactos, conversas telegráficas, livros de bolso, pequenas salas de cinema, casamentos curtos. Todo aquele espaço da infância, em que cabia com folga nossa imaginação e inocência, precisa hoje se adaptar ao micro, ao mínimo, a uma vida funcional.
Eu cresci. Por dentro e por fora (e, reconheço, pros lados). Sou gente grande, como se diz por aí. E o mundo à minha volta, à nossa volta, virou aldeia, somos todos vizinhos, todos vivendo apertados, financeira e emocionalmente falando. Saudade de uma alegria descomunal, de uma esperança gigantesca, de uma confiança do tamanho do futuro – quando o futuro também era infinito à minha frente.



Martha Medeiros

domingo, 19 de junho de 2011

Apesar de tudo há o sorriso



Você já imaginou ser perseguido somente por crer em um Deus proibido de adorar ? Ser perseguido somente por ter uma bíblia em casa? Ou ainda somente por se reunir com algumas pessoas para estudar o livro sagrado ? Sinceramente, eu nunca me imaginei assim. Somos tão livres em nosso país que não conseguimos imaginar perseguição no nosso dia a dia. 
Já imaginou estar reunido com os seus amigos e a polícia secreta bater na porta da sua casa para revistar cada canto procurando uma bíblia ou um livro de literatura cristã ? Nós, jovens brasileiros, não precisamos ter medo dessa situação acontecer, porque vivemos em um país que tem uma liberdade religiosa muito grande. Mas existem irmãos ao redor do mundo que enfrentam essa situação todos os dias. Principalmente em países de maioria muçulmana.
Eles sofrem perseguição, são rejeitados pelas famílias por se converterem ao cristianismo, abandonados pelos amigos da faculdade, obrigados a sair de casa e muitas vezes torturados e presos até negar a fé em Cristo e voltar ao islamismo. Porém isso não acontece. Eles não negam Jesus, continuam firmes mesmo que isso lhes custe a própria vida.
Nosso jovens irmãos,depois que conhecem o amor de Isa,que é como eles chamam Jesus nos países muçulmanos, não querem parar de compartilhar seu amor com as outras pessoas. O maior desejo desses jovens é que toda a sua família conheça o Deus único e verdadeiro e há um presente que eles anseiam ganhar: uma Bíblia. Não precisa ser uma Bíblia inteira não,pode ser somente algumas páginas,assim fica mais fácil esconderem quando a polícia secreta for procurar. 
Temos muito a que aprender com esses irmãos. Apesar de todos esses sofrimentos, de toda a perseguição, de toda rejeição e abandono da sociedade, eles são felizes, corajosos, dispostos a tudo por amor a Cristo. Passam por tortura, prisões, humilhações, e mesmo assim continuam a seguir Jesus. Mesmo assim continuam a seguir os ensinamentos do Mestre. Apesar de tudo esses jovens perdoam as pessoas que fizeram eles sofrerem tanto. Apesar de tudo o que eles vivem, há um sorriso muito lindo estampado em seus rostos e isso alegra muito o nosso Pai !


terça-feira, 14 de junho de 2011

Há esperança ?



"Tia,quer comprar uma bala?" Essa pergunta foi feita por um pequeno menino quando eu estava olhando alguns sapatos em uma loja no centro da cidade esses dias. "Você já foi à escola hoje?"- minha mãe perguntou a ele. Ele olhou para o chão e não respondeu. Perguntei como era o seu nome e ele disse que era Maycon. "Humm,só vou comprar se você foi à escola hoje hein."- disse a ele. Ele não olhou em meus olhos mas balançou a cabeça negativamente. 
Perguntei quanto era a bala e ele respondeu que era só R$1,00. Era um pacotinho daquelas balas que eu chamo de "gominha", mas também é conhecida como "jujuba". "Se eu comprar você promete que não falta mais na escola?"-perguntei. "Aham"-ele respondeu. Dei o dinheiro a ele e ele olhou em meu olhos e agradeceu. Quando ele olhou em meus olhos não conseguia ver alegria. Só o que eu conseguia ver era um pedido de ajuda. Um pedido de ajuda que dizia: "Por favor, me ajude. Eu só quero SER CRIANÇA." Era um sentimento de tristeza, medo. 
Depois que sai daquela loja ele estava em outras tetando vender suas balas. Vi que tinha uma mulher com um bebê no colo que ele disse ser sua mãe. Porque ela não o estava ajudando ? Fico pensando como é a vida desse menino. Desse menino que tenta ser criança. Tenta ter uma vida de uma criança normal.
Naquele dia eu não conseguia parar de pensar na sua vida. Ficava imaginando quais eram suas brincadeiras, se ele brincava na verdade. Queria de alguma forma ajudar aquela criança, ajudar aquela família, para que o irmão dele não tivesse essa infância também. Infelizmente, temos muitos Maycons no nosso país que precisam de ajuda. Mas, qual é a melhor ajuda que podemos dar a eles ?

sexta-feira, 10 de junho de 2011

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"Rio de Janeiro/Hoje é 23 do 3/Como vão as coisas/De mês em mês/Eu me sento pra escrever pra você/Eu reformei a casa/Você não soube disso/Nem das outras coisas/Sabe eu tive um filho/Faz tempo que eu me perdi de você/Guardo pra te dar/as cartas que eu não mando/Conto por contar/Eu deixo em algum canto/Eu vi alguns amigos/Tropeçando pela vida/Andei por tantas ruas/São estórias esquecidas/Que um dia eu quis contar pra você/Eu fico imaginando/Sua casa e seus amigos/Com quem você se deita/Quem te dá abrigo/Eu me lembro que eu já contei com você/Guardo pra te dar/as cartas que eu não mando/Conto por contar/Eu deixo em algum canto /E as pilhas de envelopes/Já não cabem nos armários/Vão tomando meu espaço/Fazem montes pela sala/E hoje são a minha cama/Minha mesa, meus lençóis/E eu me visto de saudades/Do que já não somos nós/Guardo pra te dar/as cartas que eu não mando/Conto por contar/Eu deixo em algum canto."
As cartas que eu não mando- Leoni   ♪